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Hipertensão atinge mais de 30 milhões de pessoas no Brasil
29/04/2018 - 7h28 em Saúde

Doença, considerada silenciosa, faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal e acaba comprometendo o funcionamento de outros órgãos. No dia 26 de abril, comemorou-se o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, doença grave que pode comprometer o organismo e levar a morte. Acredita-se que existam no Brasil mais de 30 milhões de hipertensos, destes, segundo o Ministério da Saúde, apenas 10% fazem o controle adequado. Além de ser considerada a doença de maior prevalência na população brasileira é a principal causa de morte no Brasil. A hipertensão arterial é um problema de saúde pública que atinge homens e mulheres no mundo todo. Só no Brasil, um em cada cinco indivíduos sofrem da doença. Diversos fatores contribuem para a elevação da pressão arterial, dentre eles, obesidade, sedentarismo, estresse, herança familiar e consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Praticar exercícios físicos regularmente, evitar excesso de sal na alimentação, combater a obesidade e ter atividade de lazer são algumas das formas mais eficazes de se combater a pressão alta. A adoção destes hábitos saudáveis, antes do surgimento da doença, pode contribuir para sua prevenção. Considera-se ideal a pressão igual ou menor que 140/90 mm Hg. Porém, pode ter algumas variações. Por exemplo, com o avanço da idade é normal que a pressão mude, sem comprometer a saúde. Porém, só um médico está habilitado a dizer se a variação é aceitável. A hipertensão arterial prejudica vários órgãos. O coração é forçado a trabalhar mais, causando aumento da massa muscular cardíaca e, posteriormente, dilatação do mesmo. Estas alterações do coração causam a insuficiência cardíaca. Nas artérias, a pressão arterial alta danifica a parede, acelerando a formação de depósitos de gordura, provocando estreitamento da luz da artéria. Como consequência a este estreitamento, o paciente tem maior probabilidade de ter angina e/ou infarto agudo do miocárdio. Outras doenças secundárias são derrame cerebral e insuficiência renal.

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